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Entre a vitrola e o streaming

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Bem antes do mp3, se você queria escutar música, precisava ser “ao vivo”. Depois que o homem conseguiu gravar e reproduzir o som, tudo ficou mais fácil. Você podia curtir uma música dentro de casa, sem precisar levar a orquestra toda. Bastava um nada pequeno Gramofone que tudo estava resolvido.

Com o tempo, a vitrola e os discos foram se tornando mais acessíveis e as canções invadiam a vida doméstica e social. Enquanto surgiam as rádios, que transmitiam música dentro de uma programação, apareciam também os toca-discos mais modernos, LP’s, compactos, listas dos mais vendidos e dos mais tocados.

Artistas começavam a se dividir por gêneros, fechar com gravadoras, apresentar turnês, lançar singles… E toda uma forma de fazer, propagar e escutar música foi estabelecida. Começava a era dos discos, das majors e dos hits.

Em 1940, Tommy Dorsey e Frank Sinatra estavam nos rádios, nos cinemas e na lista de álbuns mais vendidos com o single “I’ll never smile again”, que vendeu 900.000 discos.


42 anos depois, Michael Jackson entrou para a história com Thriller, o álbum mais vendido do mundo (até hoje): mais 110 milhões de cópias!


Mas alguma coisa começou a mudar. As fitas já tinham feito do walkman um artigo jpop e o CD deu a continuação para que a música ficasse ainda mais móvel e prática. No carro, na escola, na casa de praia, a onda era levar o discman ou o discplayer pra ouvir sozinho ou com a turma.

Olhando para trás, nem parece tão prático. Quem viveu isso lembra bem das muitas pilhas gastas e dos aparelhos que ainda não cabiam no bolso (só das calças cargos :P ).
E tudo foi caminhando até o computador (ou melhor, a internet) dominar de vez.

A questão é que o que no início parecia um casamento perfeito entre os CDs e o computador durou pouco, a internet chegou e provocou o divórcio. Ninguém parou de ouvir música, o que aconteceu foi que a forma de escutar ficou diferente. Era o tempo de baixar e compartilhar.

Tudo mudou rapidamente, surgiram os iPods e ninguém mais parecia comprar discos. As gravadoras penaram, artistas reclamaram e o fato é que a transformação não teria volta. Por outro lado, nem tudo era perfeito para o consumidor. Além da qualidade inferior, esses arquivos só tocavam em computadores e mp3 players, era ilegal fazer downloads sem os direitos da música, demorava bastante e você dependia de uma conexão limitada.

E aos poucos, como quem chega pra causar na festa, vieram os novos serviços que pensavam na experiência do usuário, em quem vai ouvir a música, como e onde. Pegando carona na banda larga, na revolução dos smartphones , do 3G e das redes sociais, sites, rádios onlines e aplicativos chegaram para ficar.

Há espaço para todos os estilos de consumir. Se você é daqueles que quer dar o play e ouvir música boa, sem rótulos, seu lugar é a Oi FM: http://oifm.oi.com.br/

Mas se você é do tipo que gosta de fazer do seu jeito, fica curioso pra saber o que os outros estão escutando e sempre pensa em mostrar para os amigos as suas seleções, o seu lugar sem dúvidas é o Oi Rdio: http://www.rdio.com/

Do mainstream do pop ao mais indie dos artistas, você procura o que quer, escuta quantas vezes quiser, cria playlists, compartilha, organiza a sua biblioteca musical do seu jeito, sem download, sem bugs, sem ads. Tudo streaming, tudo online, em qualquer lugar.

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